Vou-me embora p’ra Pasárgada!
Outubro 27, 2009
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Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
(Manuel Bandeira)
Recomeçar …
Outubro 26, 2009
Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e
necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes…
Fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de
cinema, bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora… mas principalmente…
esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas…
Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura.”
(Carlos Drummond de Andrade)
Não queremos perder
Setembro 1, 2009
Primeiro,
não queremos perder
É lógico não querer perder.
Não deveríamos ter de perder nada:
nem saúde, nem afetos, nem pessoas amadas.
Mas a realidade é outra:
experimentamos uma constante alternância de ganhos e perdas.
Segundo:
perder dói mesmo.
Não há como não sofrer.
É tolice dizer não sofra, não chore.
A dor é importante.
O luto também.
Terceiro:
precisamos de recursos internos para enfrentar a tragédia e a dor.
A força decisiva terá que vir de nós, de onde foi depositada a nossa bagagem.
Lidar com a perda vai depender do que encontrarmos ali.
A tragédia faz emergir forças inimagináveis em algumas pessoas.
Por mais devorador que seja, o mesmo sofrimento que derruba faz voltar a crescer.
Quando é hora de sofrer não temos de pedir licença para sentir, e esgotar, a dor.
O luto é necessário, ou a dor ficará soterrada, seu fogo queimando nossas últimas reservas de vitalidade e fechando todas as saídas.
Aprendi que a melhor homenagem que posso fazer a quem se foi é viver como ele gostaria que eu vivesse:
bem, integralmente, saudavelmente, com alegrias possíveis e projetos até impossíveis.
(“Maravilhosa” Lya Luft)
POLITICOM 2009
Agosto 31, 2009
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O Rádio na Propaganda Política
Fundada em outubro de 2008, durante a VII Conferência Brasileira de Marketing Político, realizada na Faculdade “Prudente de Moraes”, em Itu/SP, a POLITICOM, Sociedade Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais de Comunicação e Maketing Político, tem procurado incentivar as discussões sobre propaganda política nos seus encontros anuais.
Desde 2002, quando foi criado como Seminário Brasileiro de Marketing Político, sob os auspícios da Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação para o Desenvolvimento Regional e pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação, a POLITICOM tem conseguido anualmente ou por meio de outras ações, produzir conhecimento novo sobre marketing e propaganda política. A UMESP também tem abrigado o projeto de pesquisa “A história da propaganda política no Brasil Republicano”, a partir do qual tem sido construídas dissertações de mestrado e teses de doutorado sobre o campo do marketing e propaganda política. A entidade também tem sido pioneira no lançamento de livros sobre o campo e de um e-book sobre “A propaganda política no Brasil contemporâneo”, onde reúne artigos, ensaios e reflexões sobre o campo.
Por meio de seus Grupos de Trabalho sobre propaganda política no rádio, na televisão, nos jornais/revistas, na internet , nos trabalhos de conclusão de curso ou através de temas gerais, a POLITICOM reúne hoje um grande acervo de contribuições sobre o campo. Sua diretoria tem procurado também estreitar ligações com pesquisadores do Brasil, por meio das diretorias regionais espalhadas pelo país que, a médio prazo devem produzir congressos e seminários similares ao evento nacional.
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Em 2009 será realizado no Departamento de Com. Social da Universidade de Taubaté (Unitau) nos dias 15 e 16 de Outubro.
Maiores informações:
Pelo telefone: (12) 3624-2296
Pelo site: www.unitau.br/politicom
Ensino de Segunda Língua na Educação Básica
Agosto 30, 2009
O ensino de uma segunda língua é direito da criança na Educação Básica, segundo Lei Federal n.º 9394 de 20/12/1996, e pode ter início a partir da Educação Infantil.
Na parte diversificada do currículo da Educação Básica, Parágrafo 5º do Art. 26, será incluído, obrigatoriamente, a partir da sexta série do ensino fundamental, ou seja, o terceiro ciclo da educação básica, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição. No currículo escolar no Brasil há a escolha de duas línguas oficiais, o inglês e o espanhol. As duas línguas podem fazer parte do currículo ou, apenas, uma delas.
Algumas escolas de Educação Infantil já adotam o ensino de uma língua estrangeira no currículo. A escolha da língua estrangeira, também depende da comunidade pedagógica e da comunidade onde o aluno e a escola estão inserido, pois é nessa fase, na educação infantil, primeira etapa da educação básica, que se tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
A comunidade está sempre presente no que diz respeito a educação, mas não há a cobrança ou a fiscalização necessária por parte dela para que se tenha um ensino de qualidade para as nossas crianças. Nas grandes cidades, por conta da correria dos tempos modernos, os pais não fiscalizam e deixam que essa responsabilidade fique para a instituição de ensino, seja ela da rede pública ou privada.
Se esta lei fosse seguida fielmente seguida o Brasil seria, ao menos, um país bilíngue com duas línguas oficiais, o português e o inglês, já que o espanhol foi incluído no currículo recentemente. Isso acontece com o ensino na rede pública de ensino, onde não há incentivos estaduais e nem federais para se formar cidadãos bilíngues.
A passos lentos, as escolas de redes particulares têm oferecido um ensino melhor, mas é direcionado ao pessoal da classe média, ou seja, para se ter uma boa qualidade de ensino é necessário pagar por ela.
Pelas diretrizes dos Parâmetros Curriculares Nacionais, ao longo de
quatro anos do Ensino Fundamental, espera-se que o aluno seja capaz de:
saber identificar línguas estrangeiras e perceber que vive num mundo plurilíngüe, no qual alguns idiomas desempenham papel hegemônico em determinado momento histórico;
ter uma experiência de se expressar e de ver o mundo, ampliando a compreensão do próprio papel como cidadão de seu país e do mundo;
reconhecer que a aquisição de uma ou mais línguas permite acessar bens culturais da humanidade;
ler e valorizar a leitura como fonte de informação e prazer;
utilizar outras habilidades comunicativas de modo a poder atuar em situações diversas.
O curioso é, que mesmo a criança tendo estudado, segundo a lei, sete anos de ensino de língua inglesa (quatro anos no ensino fudamental e três no ensino médio), não se fala a língua fluentemente e os conceitos dos PCNs “vão por água abaixo”.
Esses sete anos significa mais de 500 horas de ensino de língua inglesa, tempo mais que suficiente para se falar fluentemente, mas infelizmente não é o que acontece atualmente.
É necessário recorrer às escolas de idiomas para adquirir a fluência no idioma, pois é fato que ser fluente em inglês se tem acesso a diversas oportunidades de trabalho no Brasil e no mundo.
Em minha opinião, deixar que a criança só aprenda a segunda língua a partir do terceiro ciclo é um tempo perdido, pois a criança da idade da educação infantil já está apta a aprender o segundo idioma com facilidade de consolidação no aprendizado.
A hora de ensinar aos alunos um segundo idioma, diferente da língua materna, geralmente no terceiro ciclo, coincide com uma fase marcada
por transformações físicas e emocionais do pré-adolescente. Na escola também há novidades. O momento representa uma ruptura da organização curricular e da interação entre professor e aluno, com novos horários e disciplinas.
Tudo isso gera reações diversas, que podem ir da insegurança à apreensão. A descoberta de outro idioma está inserida nesse contexto. Fato esse que não acontece no primeiro ciclo da criança que aprende de forma mais fácil.
Por um século inteiro, entre 1880 e 1980, os educadores apostaram uma espécie de “corrida maluca” em busca de um método ideal de ensino de Língua Estrangeira. Foram criadas diversas abordagens e metodologias de ensino, como a de gramática e tradução, a audiovisual, o audiolingual e várias outras. A corrida, no entanto,
não teve vencedores. Simplesmente porque os especialistas chegaram à conclusão de que o método não poderia ser visto como um modelo pronto e definitivo. Ou seja, diferentemente de uma receita de bolo, não existe uma fórmula acabada para a boa aula.
A partir da década de 80, esse conceito passou a ser revisto e o que antes era tratado como método virou um processo dinâmico, cíclico, cheio de incertezas e sem fim. Agora, mais importante do que o professor tentar transmitir todo o programa é fazer com que o aluno aprenda a usar o que aprendeu. Dessa forma, ele estará preparado para dar seqüência ao estudo da Língua Estrangeira mesmo depois do término do curso.
É preciso avaliar o que tem sido estudado e cabe a família esse papel tão importante no processo de aprendizagem. Avaliar não se resume a constatar o nível do aluno nem a distribuir conceitos. É um instrumento
para orientar a ação pedagógica e detectar como melhorar o ensino.
Para o aluno, um retorno de seu desenvolvimento. No caso da Língua Estrangeira, outro fator entra em cena: a dimensão afetiva. Em contraste com outras disciplinas, o ensino de idiomas envolve vários fatores que podem dificultar a aprendizagem, como a frustração pela não-comunicação e a reação emocional pelo estranhamento do novo idioma.
Testes que tenham como objetivo apenas checar, por exemplo, o domínio de um ponto específico da gramática são ineficazes para verificar o conteúdo aprendido. Ao elaborar a forma de avaliação, tenha em mente os seguintes objetivos pedagógicos.
Quanto à compreensão escrita e oral, espera-se que o aluno seja capaz de:
demonstrar compreensão geral de textos, fazendo uso de elementos visuais (fotografias, gráficos, desenhos e outras imagens) e das palavras conhecidas;
selecionar informações do texto;
compreender que para entender o texto não é preciso conhecer todas as palavras;
reconhecer como a informação é apresentada e demonstrar postura crítica em relação aos objetivos do texto.
A respeito da produção escrita e oral, a expectativa é de que o aluno seja capaz de:
demonstrar adequação na criação, respeitando normas sintáticas, morfológicas, léxicas e fonológicas do idioma;
entender que escritores/falantes têm em mente leitores/ouvintes inseridos em certo contexto dentro da sociedade.
Felizmente, algumas escolas tem promovido atividades culturais e extra-curriculares para a melhora no aprendizado de Língua Estrangeira, mas ainda não é suficiente. É necessário uma ação em massa que envolva toda a rede de ensino na país inteiro. Assim, o Brasil, seria, de fato, um país em desenvolvimento, onde a educação viria em primeiro lugar.
Bibliografia básica: PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais
Quero uma semana de Sábados!!!
Agosto 29, 2009
“Quero uma semana cheia de sábados…
Uma semana que os sábados durassem 30 horas.
Seria feliz se minha agenda tivesse Sábado
escrito em todas as suas páginas.
Felizes seriam todos se todos os dias fossem sábados.
Aos sábados se acorda mais tarde,
Se encontra com os amigos, com a família.
É dia de Feijoada, Caipirinha e Cachaça.
É o dia da Pizza, da Macarronada e do Vinho.
É o dia em que todas as pessoas estão dispostas
a começar o regime às segundas-feiras.
É o dia em se demora no chuveiro para
aquele encontro com os amigos acompanhado de cerveja.
É o dia da melhor roupa,
do melhor perfume,
manicure e do cabeleireiro.
É o dia do descanso.
É o dia das crianças.
É dia de sorvete
e de cachorro quente.
É dia de festa!
Quero uma semana cheia de sábados!”
(By Katia Regiane)
Dica Cultural:
Uma semana cheia de sábados de Paul Maar - Tradução de Renata Dias Mundt, Editora 34, SP, 2004.
Saturday Night Fever (Embalos de Sábados à Noite)
O otimista vê…o pessimista não!
Agosto 28, 2009
Onde Você Vê…
Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
E o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa…
Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do
outro, a não ser que ele deseje isso.
Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
“Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura.”
(Fernando Pessoa)
XXIII Spring Conference da APLIESP
Agosto 27, 2009
A APLIESP apresenta a XXIII SPRING CONFERENCE
LÍNGUA INGLESA: MULTILETRAMENTO E INTERCULTURALIDADE
24 DE OUTUBRO, 2009
Faculdade Santa Izildinha
Rua Mimas, Nº 99 – São Paulo/SP – CEP: 08330-485
Bairro de São Mateus, a 20 minutos da Ponte Aricanduva, Marginal Tietê.
http://www.fiesi.com.br/
Envie sua proposta de apresentação de oficina, simpósio, demonstração de aula, comunicação ou pôster até 13/09/2009 para:
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xxiiispring2009@gmail.com
Conforme orientação dos últimos anos, a apresentação de trabalhos requer que os proponentes sejam sócios inscritos no evento.
A partir deste ano, entretanto, estudantes de graduação serão dispensados dessa obrigatoriedade, desde que encaminhem, junto com sua inscrição, por e-mail, comprovante de matrícula.
AS INSCRIÇÕES SERÃO FEITAS APENAS PELO E-MAIL: xxiiispring2009@gmail.com
Não serão reservados horários específicos para as apresentações e, na impossibilidade de o proponente/ouvinte participar do evento, no horário designado pela Comissão de Organização, o valor da inscrição não será devolvido e também não será considerado para eventuais acertos de anuidade.
Para maiores informações, consultem nosso site:
www.apliesp.org.br
Congresso de Iniciação e Produção Científica tem inscrições abertas até 4 de setembro
O Congresso de Produção e Iniciação Científica da Metodista chega, este ano, a sua 12ª edição. Até 04 de setembro, podem ser inscritos trabalhos nas áreas de Comunicação, Humanidades, Biológicas, Negócios e Tecnologia. O objetivo do Congresso é divulgar a Produção Científica desenvolvida na Universidade Metodista de São Paulo e em outras instituições de Ensino Superior do Brasil e do Exterior.
O encontro também abriga o XI Seminário de Extensão da Metodista e VI Seminário PIBIC/UMESP de Pesquisa. As apresentações serão realizadas em três campi da Metodista (Planalto, Rudge Ramos e Vergueiro) entre os dias 26 e 28 de outubro.
As pesquisas podem ser inscritas nas categorias Iniciação Científica (trabalhos de graduação e cursos seqüenciais); Investigação Científica (graduação e pós-graduação, com utilização da Metodologia Científica) e trabalhos de extensão (docentes e pesquisadores – especialização, mestrado e doutorado).
Mais informações sobre o 12º Congresso podem ser obtidas em:
http://www.metodista.br/ev/congresso-metodista/, pelo e-mail:
congresso@metodista.br
ou pelo tel. (11) 4366-5577.
A TRADUÇÃO DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL COMO GÊNERO LITERÁRIO SOB PONTO DE VISTA DOS ESTUDOS DA TRADUÇÃO
Agosto 25, 2009
Resumo publicado no “Caderno de Resumos” do X Encontro Nacional de Tradutores e IV Encontro Internacional de Tradutores de Ouro Preto UFOP.
Trabalho a ser apresentado na categoria de “Tradução Literária” no dia 10/09/2009.
A estética na recepção é um dos pontos importantes para a tradução literária e para a tradução de literatura infantil e juvenil como gênero literário.Even-Zohar, criador da teoria dos polissistemas seguido por Toury, descreve o universo da literatura como um polissistema. Quanto mais um sistema cultural é periférico com relação ao centro cultural, menos é auto-suficiente, mais é receptivo às atrações novas e dinâmicas. Assim, podemos classificar a tradução de literatura infantil e juvenil como um subsistema dentro de um sistema único, ou seja, a Tradução Literária. A literatura infantil iniciou-se com a adaptação e tradução dos contos das Mil e uma Noites e no Brasil se definiu como gênero literário no início século XX com Monteiro Lobato e suas estórias de Narizinho, Emília e toda a turma do Sítio do Pica-pau amarelo, além de escrever para o público infantil, Lobato traduziu alguns livros como Pollyanna, Alice no País das Maravilhas, contos de Grimm, entre outras, adaptou obras clássicas como Peter Pan e Don Quixote. Facilmente identifica-se traços lobatianos em suas traduções e adaptações e os estudos de Mona Baker oferecem uma primeira tentativa de delinear um quadro metodológico para investigar a questão do estilo em tradução literária – não no sentido tradicional da questão de saber se o estilo de um determinado autor está devidamente encaminhado na respectiva tradução, mas em termos individuais, quer de tradutores literários ou não, podem ser indicada a utilização dos seus próprios estilos diferentes. Lobato realiza, em suas traduções, o seu próprio estilo de escrever e traduzir, ele costuma abrasileirar a linguagem, deixando seu texto atraente para o público brasileiro e para o público infantil, ele não se preocupava em tornar-se “invisível como tradutor”, pois Lobato reescrevia, recontava e manipulava os textos que traduzia de acordo com Susan Bassnett e André Lefevere em seus Estudos da Tradução.
Palavras-chaves: Tradução Literária, Literatura Infantil e Juvenil, Adaptação, Estudos da Tradução.
Evento a ser realizado entre os dias 07 e 10 de Setembro de 2009.
Trabalho completo: teacherkatiaregiane@gmail.com